Os altos e baixos das nossas emoções na vida actual e como lidar com eles

Bom dia com Alegria!

Começo por te pedir perdão, por ter falhado na última semana com a publicação de um post novo. As duas últimas semanas foram bastante intensas e desafiantes, o que me causou um enorme cansaço e uma imensa indisponibilidade de tempo para me sentar e escrever-te, de alma e coração.

Sim! Muitos estão a experienciar momentos desafiantes, a vários níveis. Há um vasto leque de ajustes nas nossas vidas, com todas estas mudanças que o confinamento gerou, e continua a gerar. E estas mudanças nem sempre são fáceis.

Neste post, vou trazer alguma clareza para os altos e baixos das nossas emoções na vida actual e como lidar com eles.

Pode ser o confinamento e as restrições, pode ser a mudança de estação, a astrologia e o cosmos com planetas retrógrados, eclipses solares e eclipses lunares, um sem número de factores, mas a verdade é que já dei comigo a sentir-me numa tal montanha Russa de emoções, que até já me questionei sobre a minha sanidade mental… Mas pelo que tenho ouvido, não sou a única. E tu, como te tens sentido? Também compartilhas desta onda de flutuação de humores e emoções?

Os altos e baixos das nossas emoções na vida actual e como lidar com eles

Parece que há no ar uma onda energética de mudança, de tal forma que são muitos os que começam a colocar uma série de questões em causa. Aliás, parece não, há mesmo! Sim, se é o teu caso, não estás só. Eu própria o tenho experienciado e várias pessoas têm compartilhado comigo este mesmo sentimento. Mas confia! Junt@s vamos conseguir passar por estes ajustes.

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“No meu tempo”

A semana passada ouvi por várias vezes (muitas mesmo!), a expressão “no meu tempo”. Ouvi-a dita por pessoas jovens e por outras mais experientes. E a expressão ficou-me a bailar na cabeça…. O que será que na realidade as pessoas querem dizer com esta expressão?

“No meu tempo”

Ao longo da minha vida fui ouvindo esta expressão dita, na maioria das vezes por pessoas bem mais velhas do que eu. O meu avô era uma dessas pessoas. Uma pessoa super querida (nunca vi ninguém com tanta paciência como o meu avô)! Ouvi-o por várias vezes dizer por exemplo, que “no meu tempo é que a música era boa; agora é só tãca-tãca-tãca-tãca” e “aqueles gadelhudos dos Beatles?…”. Acho que o meu avô se ia passar com a vida actualmente!

Vinda de pessoas mais seniores, a etiqueta do “no meu tempo” até me parece que se encaixa bem. É uma questão de formatação da educação que tiveram, e maioritariamente são pessoas que não se adaptaram à rapidez da evolução na vida (em vários parâmetros) a que assistimos e continuamos a assistir. Eu nasci em 1970 e tenho a sensação de que até perto do ano 2000, a vida decorreu em câmara lenta Continue reading ““No meu tempo””