Feridas do passado, como as curares e como libertares-te delas amando as cicatrizes

Bom dia com Alegria!

Em cada terapia de Reiki que faço, mesmo na minha prática pessoal, coloco sempre uma intenção no início da mesma. É assim como uma ligação criada com um tema preciso, que vai suportar e facilitar o fluir da energia numa determinada direcção e com um objectivo específico.

Há umas semanas atrás, no início do meu Reiki e ao colocar a intenção para a energia que iria receber durante a mesma, o tópico “curar todas as minhas feridas” saltou (literalmente!), sem que tivesse despendido tempo a pensar sobre o assunto. Simplesmente surgiu. Não me referia a feridas físicas, mas sim a feridas emocionais.

Aceitei sem questionar, pois estas “feridas” todos nós vamos recebendo durante a vida. Não é algo que se veja, deixe marca ou que se sinta fisicamente em determinada parte do corpo. São marcas, profundas ou mais superficiais, que ficam no nosso corpo energético, mas que possuem ligações ao nosso corpo físico, criando memórias que podem ressaltar a qualquer momento, lembrando-nos que determinada situação não foi bem resolvida, ou curada.

Com este post quero oferecer-te inspiração e coragem para olhares para as tuas feridas do passado, como as curares e como libertares-te delas amando as cicatrizes.

São marcas que nos moldam e redefinem o nosso ser. Elas fazem parte do nosso trajecto e evolução enquanto Seres Humanos. A forma como olhamos para elas, ou a perspectiva de onde as percepcionamos faz toda a diferença, fazendo com que elas sejam curadas, ou que nos continuem a magoar, limitando os nossos movimentos ao longo da vida.

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Concluir e avançar

Com o aproximar do final do ano, temos tendência a olhar para trás e fazermos uma espécie de balanço sobre o que desejávamos obter, o que conseguimos atingir e o que não foi concluído, para depois lançarmos sementes para o próximo ano. Mas este final de ano é ainda mais especial para esta prática, pois é o final de uma década.

Durante 10 anos, muita coisa muda. Mudamos nós, muda a nossa energia, muda o mundo à nossa volta. Aquele que éramos há dez anos atrás, poderá ser tão diferente daquele que somos agora, que ter dificuldade em reconhecermo-nos, é perfeitamente normal.

Uma década de mudanças

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