Feridas do passado, como as curares e como libertares-te delas amando as cicatrizes

Bom dia com Alegria!

Em cada terapia de Reiki que faço, mesmo na minha prática pessoal, coloco sempre uma intenção no início da mesma. É assim como uma ligação criada com um tema preciso, que vai suportar e facilitar o fluir da energia numa determinada direcção e com um objectivo específico.

Há umas semanas atrás, no início do meu Reiki e ao colocar a intenção para a energia que iria receber durante a mesma, o tópico “curar todas as minhas feridas” saltou (literalmente!), sem que tivesse despendido tempo a pensar sobre o assunto. Simplesmente surgiu. Não me referia a feridas físicas, mas sim a feridas emocionais.

Aceitei sem questionar, pois estas “feridas” todos nós vamos recebendo durante a vida. Não é algo que se veja, deixe marca ou que se sinta fisicamente em determinada parte do corpo. São marcas, profundas ou mais superficiais, que ficam no nosso corpo energético, mas que possuem ligações ao nosso corpo físico, criando memórias que podem ressaltar a qualquer momento, lembrando-nos que determinada situação não foi bem resolvida, ou curada.

Com este post quero oferecer-te inspiração e coragem para olhares para as tuas feridas do passado, como as curares e como libertares-te delas amando as cicatrizes.

São marcas que nos moldam e redefinem o nosso ser. Elas fazem parte do nosso trajecto e evolução enquanto Seres Humanos. A forma como olhamos para elas, ou a perspectiva de onde as percepcionamos faz toda a diferença, fazendo com que elas sejam curadas, ou que nos continuem a magoar, limitando os nossos movimentos ao longo da vida.

Continue reading “Feridas do passado, como as curares e como libertares-te delas amando as cicatrizes”

“No meu tempo”

A semana passada ouvi por várias vezes (muitas mesmo!), a expressão “no meu tempo”. Ouvi-a dita por pessoas jovens e por outras mais experientes. E a expressão ficou-me a bailar na cabeça…. O que será que na realidade as pessoas querem dizer com esta expressão?

“No meu tempo”

Ao longo da minha vida fui ouvindo esta expressão dita, na maioria das vezes por pessoas bem mais velhas do que eu. O meu avô era uma dessas pessoas. Uma pessoa super querida (nunca vi ninguém com tanta paciência como o meu avô)! Ouvi-o por várias vezes dizer por exemplo, que “no meu tempo é que a música era boa; agora é só tãca-tãca-tãca-tãca” e “aqueles gadelhudos dos Beatles?…”. Acho que o meu avô se ia passar com a vida actualmente!

Vinda de pessoas mais seniores, a etiqueta do “no meu tempo” até me parece que se encaixa bem. É uma questão de formatação da educação que tiveram, e maioritariamente são pessoas que não se adaptaram à rapidez da evolução na vida (em vários parâmetros) a que assistimos e continuamos a assistir. Eu nasci em 1970 e tenho a sensação de que até perto do ano 2000, a vida decorreu em câmara lenta Continue reading ““No meu tempo””