Mas afinal, o que é voltar à normalidade?

Bom dia com Alegria!

Estamos em pleno verão, o tempo está óptimo e muitos estão de férias, ou quase a ir. Nós cá em casa, decidimos mais uma vez ir de férias mais tarde. Gostamos de fugir das “confusões”, sempre que podemos.

Mas este ano, o factor férias foi um pouco condicionado com todas as adaptações resultantes dos efeitos do vírus nas nossas vidas. Há quem nem sequer vá de férias. Há quem tenha visto a sua vida virada completamente do avesso, sem saber bem o que fazer, ou como gerir a situação em que se encontra. Mas também há, quem se tenha (re)descoberto e aproveitado a situação para mudar de vida, ou de trabalho.

Há ainda o rótulo, ou a expressão “voltar à normalidade”, que muito tenho ouvido por aí, associada à grande vontade de voltar à normalidade.

Mas afinal, o que é voltar à normalidade?

E eu pergunto-me, o que é a normalidade? Será que isso alguma vez existiu?… Há dias em que me questiono, e requestiono (não sei se esta palavra existe, mas avancemos) sobre o que estamos a viver. E questiono-me se as pessoas saberão realmente, o que estamos a viver neste momento.

Fazer um flashback, ajuda-nos a entendermos melhor o que estamos a processar e perceber qual é a próxima direcção a seguir.

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Meditação Guiada com o Elemento Éter

Bom dia com Alegria!

Hoje ofereço-te uma nova meditação guiada. Desta vez vamos meditar com o Elemento Éter e fechamos assim o ciclo das meditações com os 5 Elementos.

O Elemento Éter é o que dá vida a todos os outros elementos. Ele é também chamado de Espírito, sendo que o espírito é o primeiro a existir muito antes da matéria se manifestar. É a alma, é o espaço que preenche todo o universo, todo o espaço intercelular, É o vazio sem o ser, pois preenche todo o espaço livre.

Sendo impalpável, pode tornar-se difícil de ser compreendido por muitos. O Homem sempre teve mais facilidade em compreender e aceitar a matéria, o que é visível e pode ser tocado. Mas cada vez mais, o Ser Humano se aceita e se compreende como um todo, como um ser muito mais para além da matéria física do corpo que possui.

Há muitos séculos que na filosofia oriental se entende o Homem, como um ser completo e inteiro que vive entre o céu e a terra, e que é influenciado por tudo o que o rodeia, por todos os elementos, mesmo até pelas energias cósmicas.

Com esta meditação guiada, convido-te a redescobrires-te como um Ser único e especial, resgatando a tua essência original e divina.

Como seres humanos que somos, vivemos na Terra, recebendo dela muitas energias nutritivas. Mas para que o equilíbrio se manifeste em nós e nas nossas vidas, é necessário que o espírito também nos alimente, promovendo esse equilíbrio entre as energias terrenas e cósmicas.

A expressão “nem tanto ao mar, nem tanto à terra” faz sentido aqui neste tema, pois não há benefícios em ser-se um ser muito espiritual, ou por outro lado, um ser muito terreno. O ponto de equilíbrio está algures no meio, entre os dois pólos extremos de energias (Terra e Cosmos), facilitando uma harmonia entre todas as energias e todos os elementos que nos compõem.

Cria agora um momento para ti, para te nutrires e te cuidares, e desfruta desta meditação guiada com o Elemento Éter.

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Inspiração Nocturna

Desta vez vou falar-te de um tema que me é muito querido, a Night School!

E o que é a Night School?

É um local algures num espaço extra físico, que se manifesta durante a noite enquanto dormimos. É um local de aprendizagem, de crescimento e acima de tudo de desenvolvimento pessoal.

Por outras palavras, é o momento em que o teu corpo relaxa, a tua mente descontrai e se abre a receber toda a informação que necessitas para um determinado momento da tua vida. É a chamada inspiração nocturna.

Como tudo começou

A primeira vez que me apercebi da existência e tomei verdadeiro contacto com Continue reading “Inspiração Nocturna”

Faz de conta

Faz de conta que agora…..

Brincar ao “faz de conta” é das actividades mais gratificantes que uma criança pode ter. O universo da criatividade infantil é imenso e quando explorado de forma consciente, leva-a para lá dos limites do céu. Todo o seu potencial criativo é expandido sem limites.

Para um adulto, acompanhar a onda criativa da criança numa brincadeira deste tipo, nem sempre é fácil e nem sempre a paciência é um ingrediente que está presente em doses aconselháveis. Mas vale a pena todo o esforço dedicado, pois os resultados serão uma enorme mais valia para o seu futuro enquanto adulto.

No reino do faz de conta, tudo é possível! Não há Continue reading “Faz de conta”

“No meu tempo”

A semana passada ouvi por várias vezes (muitas mesmo!), a expressão “no meu tempo”. Ouvi-a dita por pessoas jovens e por outras mais experientes. E a expressão ficou-me a bailar na cabeça…. O que será que na realidade as pessoas querem dizer com esta expressão?

“No meu tempo”

Ao longo da minha vida fui ouvindo esta expressão dita, na maioria das vezes por pessoas bem mais velhas do que eu. O meu avô era uma dessas pessoas. Uma pessoa super querida (nunca vi ninguém com tanta paciência como o meu avô)! Ouvi-o por várias vezes dizer por exemplo, que “no meu tempo é que a música era boa; agora é só tãca-tãca-tãca-tãca” e “aqueles gadelhudos dos Beatles?…”. Acho que o meu avô se ia passar com a vida actualmente!

Vinda de pessoas mais seniores, a etiqueta do “no meu tempo” até me parece que se encaixa bem. É uma questão de formatação da educação que tiveram, e maioritariamente são pessoas que não se adaptaram à rapidez da evolução na vida (em vários parâmetros) a que assistimos e continuamos a assistir. Eu nasci em 1970 e tenho a sensação de que até perto do ano 2000, a vida decorreu em câmara lenta Continue reading ““No meu tempo””

As cascas da cebola

O tema deste post anda às voltas com a cebola. E o que vamos fazer com esta cebola? Curios@? Vem, acompanha-me!

A cebola é daquelas plantas hortícolas de aspecto redondinho, com uma cor que varia desde o alaranjado até ao roxo. Por fora está cheia de várias camadas de cascas, umas grossas, outras mais finas e lá dentro a sua cor é branca ou arroxeada, dependendo da qualidade.

Já experimentaste descascar uma cebola? Acredito que sim. E que tal foi a sensação? Pouco agradável, não é? Há umas que são mais tranquilas de descascar, mas a grande maioria requer alguma perícia para retirar as cascas sem danificar a cebola. Durante este processo, o efeito em nós vai desde umas lágrimas suaves, ao pingo que teima em cair do nariz sem parar e por vezes chega a gerar umas lágrimas tão intensas que nos deixam sem ver nada. Tudo isto, para podermos desfrutar das suas várias formas de ser degustada. Sim, é que apesar de haver quem diga que não gosta de cebola, a verdade é que ela traz um sabor especial aos alimentos onde é adicionada.

Sou uma cebola!…

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