Celebrar com presentes para Ti – 3 anos de blog!

Este mês o blog Meio Fada Meio Anjo faz 3 anos!!!

Eu sei que esta frase é assim meio cliché, mas parece mesmo que foi ontem.

Lembro-me de ter começado com “pezinhos de lã”, cheia de entusiasmo, mas a tremer por dentro sentindo algum receio por me expor assim ao mundo, aberta para quem me quisesse ler.

Recordo com imensa nitidez, o momento em que senti o apelo para escrever de uma forma mais presente e consciente, para que as minhas palavras pudessem chegar a mais pessoas.

Foi num post do Facebook, onde escrevi uma partilha mais profunda, e no fim do texto decidi acrescentar uns ashtags relacionados com o texto.

Num deles, sem saber bem porquê escrevi #MeioFadaMeioAnjo.

No meu coração, senti-o como se fosse uma assinatura….

Lembro-me que não tinha qualquer ideia nem desejo de criar um blog. Mas foi o comentário de uma amiga e mestre de Reiki, que me disse “a menina devia escrever mais. Escreve tão bem!”

Como por magia, as peças deste puzzle começaram a juntar-se todas e eu percebi que a imagem que me estava a ser mostrada, era a criação de um blog para inspirar quem o lesse a viver uma vida mais leve e mais presente, através da partilha das minhas práticas e experiência, que fui adquirindo enquanto terapeuta e mestre de Reiki.

E o tal ashtag surgiu de novo no meu coração, agora todo iluminado, “Meio Fada Meio Anjo”; sim, seria o nome deste novo filho que trouxe à luz.

Olho para trás e percebo o quanto evolui, o quanto abri as minhas asas ao escrever textos para o blog. O quanto soltei a minha criatividade e paixão pela vida.

Houve momentos mais tensos, em que não sabia o que partilhar nos textos e parecia que a fonte de inspiração se tinha evaporado; ou que me retrai com receio de me lançar em áreas não muito exploradas, mas que mais uma vez sentia o universo a empurrar-me para elas, mais e mais, como é a partilha das meditações guiadas.

E não consigo deixar de me emocionar ao recordar todos os comentários amorosos, com palavras de incentivo e partilha de sentimentos, que foram surgindo de todos os pontos da Terra.

Imensa gratidão a ti que me lês aqui em Portugal, onde eu vivo, a ti também no Brasil (sempre tão presentes, também!), Estados Unidos, China, Suíça, Espanha, França, Tailândia (! minha querida Tailândia!), Alemanha, Holanda, Reino Unido, India, Nova Zelândia, Austrália, Peru….. ai… tantos mesmo (!), só para citar alguns dos países por onde o meu blog tem voado.

Estou-vos tão agradecida! A todos vós envio um doce abraço cheio de amor. ♥

♥♥♥

E para celebrar ainda com mais alegria (e gratidão!) este terceiro ano de blog, tenho para te oferecer três presentes lindos, que sei que vais amar:

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Libertar a vergonha

Esta semana, ao receber a carta do oráculo com a mensagem do universo “Exposto e revelado”, uma carta que fala sobre os momentos de vergonha, confesso que estive ali a processar um pouco.

Tive alguma dificuldade em escrever sobre ela, nas “partilhas com amor” que estou a oferecer semanalmente, nos stories das minhas redes sociais.

Apesar de todos os oráculos terem um livrinho que inclui um texto a explicar as mensagens de cada carta, foi um processo algo demorado, e confesso que me passou pela ideia, tirar uma outra carta para a substituir (!..).

Por vezes, quando temos algo desafiante pela frente, há uma parte em nós que nos diz que é melhor esquecer, ir por outro caminho, ignorar para não enfrentarmos aquele desafio.

É-te familiar este sentimento?

Pois bem, acontece a todos! Mas também já aprendi, que quanto mais nos desviamos, ou evitamos os desafios para fugir deles, mais o universo nos atira com eles para cima. E com o universo não há volta a dar: se é para aprender, é até que a lição esteja aprendida! O que teria a “vergonha” para me ensinar naquele momento?…

E assim surgiu o apelo interior para escrever um post sobre libertar a vergonha, para que nada te limite, nem te prenda.

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SER humano

Esta semana “crashei”.

Comecei a entrar em rotura interior comigo mesma. A embirrar com tudo o que me aparecia pela frente. Até o som do teclado (!!!) do meu marido, que está em teletrabalho, estava a ter em mim o mesmo impacto que um martelo hidráulico produz numa obra vizinha.

Saí. Tive de sair de casa para arejar as ideias.

Não fui a pé. Peguei no carro. Primeiro porque precisava de me sentir confortável, como num casulo e segundo, a ideia de apanhar chuva ou frio, não estava contemplada nas minhas necessidades. Se bem que goste de caminhar à chuva…! Mas precisava de estar comigo, a sós.

Conduzir acalma-me. Entro num estado meditativo que me proporciona clareza, e por vezes acontece-me canalizar informação, ideias que precisam vir à luz.

Mas acima de tudo, quando estou saturada de energia densa, preciso de ver o mar. Ver um espaço amplo e sem limites.

Tenho dias em que este confinamento faz-me sentir como um leão enjaulado. Nada me satisfaz e tudo me incomoda. Já alguma vez te sentiste assim?..

Este sentimento de “enjaulada” ajuda-me a fazer trabalho interior de auto-observação e a perceber, o que tenho de mudar em mim.

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O meu templo sagrado

Esta semana deparei-me com um post cuja imagem era caricata, mas muito pertinente.

Na imagem estava um doente numa maca a ser transportado. O maqueiro, devidamente protegido com toda aquela parafernália de proteção anti-Covid perguntava: “Tem ideia de como ficou doente?”, ao que o doente respondeu: “Vendo noticias.”

Dá que pensar, não é?

É certo que passamos por momentos únicos e extremamente desafiantes. Dificilmente imaginaríamos tal cenário fora de um écran de televisão, ou cinema. Mas agora que estamos a vivê-lo, não há como fugir.

Estar confinado em casa a trabalhar, estudar ou simplesmente estar seja porque motivo for, não facilita. Há uma tendência para ocupar o tempo de forma rápida e fácil, que recai maioritariamente na televisão. É o chamado consumo fácil, à semelhança do pronto-a-comer.

Sentar em frente da televisão a “ver as notícias”, é uma das opções mais escolhidas. Pois quem é que não quer ficar a par da evolução da situação, na esperança de ouvir uma notícia apaziguadora do sofrimento interior que a sociedade vive?

Ver, ou não ver notícias?….

Mas os media continuam iguais a si mesmos. Continuam a dar destaque às notícias mais sensacionalistas. Aquelas que causam furor nas hormonas da sociedade. Quanto mais empolgantes melhor. Infelizmente, são essas que aumentam as visualizações das mesmas…. (ai… desabafos…)

Sou a favor de se estar a par das notícias. Perceber o que se passa na nossa cidade, país e no mundo, ajuda-nos a estar presentes na vida.

Mas sou ainda mais a favor de ouvir/ler as notícias de forma consciente. Já há muitos anos que deixei de ver noticiários televisivos. Quando muito vejo uma reportagem, se o tema abordado fizer sentido para mim. De resto, ouço as notícias na rádio, em modo condensado (!) e breve, e se desejar saber algo mais profundamente, procuro na web, pois sei que os meus anjos me guiarão para a informação que necessito, ou que estou aberta a receber.

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Consciência, mesmo num gesto simples

Estamos já em 2021… Céus, como o tempo voa!…

Desejo que te encontres bem e que a celebração das festividades tenha sido acima de tudo, com muito amor e saúde, junto de quem amas e queres bem.

Estarmos bem é cada vez mais uma preciosidade. E muitos de nós já descobriram, que não é preciso ter grandes luxos materiais para nos sentirmos bem, certo? O básico, o confortável, o saudável e bom, é o essencial para o nosso bem-estar diário. Até porque luxo, não tem de ser sinónimo de um grande investimento financeiro, pois pode ser algo tão simples como estar na presença de alguém que nos é muito querido.

Este ano começo com um texto que talvez possa soar a contestação, mas é minha intenção trazer luz à forma de nos consciencializarmos dentro da sociedade em que vivemos.

Buzinar….

Vivo numa ponta desta cidade linda que é Lisboa, mas que é isso mesmo…., uma cidade com toda a sua azáfama. Parece que numa cidade andamos todos um pouco acelerados…

Se há coisa que me incomoda bastante, são as buzinadelas “fáceis” no trânsito e as ultrapassagens “à maluca” de quem vai cheio de pressa para algures. Já para não falar no ruido das sirenes dos veículos prioritários, que nos entram pelos ouvidos dentro, seja a que horas for – vá lá que durante o período noturno, a coisa abranda!

No outro dia, dentro de um estacionamento subterrâneo e por causa de algo tão banal, que já nem me lembro o quê, criou-se uma fila considerável. E eis que alguém se lembra de buzinar…. Oh céus! Por favor!!! Buzinar na rua já é o que é, mas buzinar dentro de um estacionamento…. É o verdadeiro caos para a sanidade dos nossos queridos ouvidos.

Não! Buzinar não resolve nada. Na maioria das vezes só atrapalha. Se tu conduzes, já reparaste que quando há trânsito e se ouve uma sirene ficamos todos tipo baratas tontas a desviarmo-nos sem saber bem para onde. Ok, é necessário por vezes passar com urgência, mas já estava na hora de criarem umas coisas menos barulhentas, não? Basta chamar a atenção do pessoal com um som diferente… não é necessário aquele festival todo de ruído. Também concordas?

Será que é mesmo necessário….?

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Sentir conforto no desconforto

Bom dia alegria!

Desejo que te encontres bem, assim como todos aqueles que amas.

Hoje partilho contigo um tema simples, no entanto desafiante e pertinente.

Sentir conforto no desconforto…. Como será possível alguém sentir-se confortável numa situação desconfortável? Será que é mesmo possível?

É isso que vamos descobrir aqui hoje. Vem comigo!

Sentir conforto no desconforto

Quando vivemos uma situação desconfortável e não temos como a evitar, o que fazemos? Fugimos? Ignoramos? Ou aceitamos que esta situação que está à nossa frente, traz com ela uma lição para aprendermos?

Muitos de nós irão ignorar e tentar fugir dela, arranjando desculpas. Mas pelo que já aprendi, tudo aquilo que é desconfortável e ignoramos irá voltar novamente, um dia mais tarde sob uma outra perspetiva, até que decidamos enfrentar a situação e evoluir com ela.

Repara no exemplo da flor. Já alguma vez viste uma flor surgir na natureza totalmente desabrochada, plena à luz do sol? Não… claro que não.

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