Licença para sentir

Olá, bem-vind@ a este espaço de partilha de luz, amor e boas energias!

Recentemente houve na minha vida, um tópico que esteve presente sob várias formas. Quando isto acontece, é porque há uma mensagem a assimilar. Costumo dar ouvidos aos meus guias espirituais e anjos, e transformo-o em post, partilhando a informação.

Através da partilha, juntos crescemos, juntos apoiamo-nos e evoluímos, em amor e luz.

Sentimentos.

Aquilo que sentimos e como sentimos.

O que fazemos com esses sentimentos?

Sentimos?

Disfarçamos e mascaramo-os, arranjando distracções?

Ignoramos?

Ou enfrentamo-os?

Quando os sentimentos são bons e alegres, são fáceis de vivê-los e ficar com eles.

Mas, e quando o sentimento que surge é-nos desagradável? Quando nos faz sentir mal, desenquadrados, sem rumo, tristes, zangados com a vida…. O que fazemos?

Para a grande maioria de nós, a solução é disfarçar, arranjar uma outra distracção que nos faça esquecer e desligar daquilo que sentimos, ignorando esse sentimento difícil de estar com ele.

É o por vezes chamado “beber para esquecer”, arranjando refúgio no álcool, drogas, ou medicamentos inibidores de sentimentos.

É o arranjar “um outro amor, para esquecer o anterior”, na esperança que o novo amor vá apagar rapidamente toda a dor e sofrimento que o anterior provocou.

É o arranjar uma desculpa para não fazer algo, que nos faça lembrar e viver esse tal sentimento doloroso.

É camuflar a dor e o desconforto com uma tarefa que nos impeça de sentir e nos deixe distraídos com outra coisa qualquer. É ocupar a mente, na expectativa de distrair o coração na presença da dor.

Reconheces algum dos pontos acima?

Eu confesso, que muitas vezes dei por mim a fazer algo, para não ir ao centro do sofrimento. Algo que me mantivesse ocupada, e distraísse o meu coração que sofria.

Mas e o que acontece a seguir, quando passa o efeito do álcool, das drogas, dos medicamentos, quando o novo amor repete um padrão de sofrimento, ou quando a tarefa termina? Repetimos tudo de novo? Voltamos ao início da roda? Complicado….

Sim, sentir a dor é complicado. Sofrer dói. E às vezes, dói mesmo muito.

É complicado dizer aos outros que não estamos bem. É complicado até mesmo para nós próprios, assumirmos que algo está mal.

A sociedade não nos ensinou a sermos fracos. As redes sociais mostram maioritariamente uma onda de felicidade, que levam muitos a compararem-se com vidas alheias e a quererem ser também assim.

Mas é importante estar presente para a nossa dor. É importante saber percebê-la, acolhê-la, e respeitar a dor.

Quando nos permitimos parar e analisar a razão, ou os motivos que levaram ao sofrimento, estamos a dar-nos espaço para nos encolhermos (sentir a dor) e depois então esticarmo-nos (perceber o que tem de ser mudado e dar o primeiro passo).

Se “encolher” e ficar no casulo da dor requer coragem e humildade, “esticar” requer atrevimento.

Tal e qual como um coelho, que se acomoda na sua toca, protegendo-se e depois sai novamente para a clareira inundada de sol, há que saber ser vulnerável e atrevermo-nos a co-criar algo novo, descobrir novas possibilidades, ver de novo a luz.

Na luz, vemos o que gostamos e o que não gostamos. No escuro… temos dificuldade em ver.

Mas na luz, também vivemos e atrevemo-nos a ser felizes. No escuro… ficamos adormecidos.

Está tudo bem em admitir que não estamos bem, em sermos vulneráveis, em não saber o que fazer. Ao estarmos presentes com consciência na nossa dor, e darmo-nos licença para a sentir, estamos a um passo da mudança. Este é um estado de espírito que permite que o “clique” aconteça e que a curiosidade e o desconhecimento se tornem numa ferramenta útil, para transmutar e curar a dor.

O verdadeiro bem-estar está dentro de nós, no momento em que imergimos no nosso interior, e nos rendemos com humildade e amor por nós próprios. É para nós e só por nós, que o devemos fazer.

É nesse momento de rendição que a porta da mudança se abre e o universo nos mostra um campo fértil de possibilidades, de oportunidades e mudanças prontas para serem abraçadas por nós.

Deixemos de lado “as peneiras que tapam o sol” na nossa vida. Fomos concebidos para sentir e ter sentimentos é das mais nobres riquezas que podemos ter.

“Quem não se sente, não é filho de boa gente”, é uma frase que ouvi muitas vezes e é bem verdade!

Atrevamo-nos a sentir e a descobrir novas oportunidades de mudança, de crescimento, de evolução e a redescobrir o sol nas nossas vidas, mas acima de tudo, o sol que há em nós, que brilha em nós.

Abraça este Espírito do Coelho, que surge agora com o início da primavera. O Espírito do Coelho convida a sair da toca para um prado ensolarado e fértil, e a usufruir de uma vida com experiências maravilhosas. Ele traz consigo a renovação da vida, e a energia das coisas novas, apesar da sua vulnerabilidade. O coelho sabe que é cá fora, à luz do sol, que a magia acontece.

Agradeço a tua presença aqui no blog, e desejo-te uma semana doce e luminosa.

Com amor, Teresa

Gratidão pela imagem: TPSDave @Pixabay

Sonhar e concretizar

Olá, bem-vind@ novamente!

Fico muito feliz e agradecida por te sentir desse lado, a leres-me.

Para quem me acompanha no Instagram, já deve ter percebido que estou em viagem. Sim! Estou novamente na Tailândia!

Gostámos tanto da Tailândia, que eu e o meu marido resolvemos voltar outra vez, para repetir e aprofundar Banguecoque e conhecer outros locais neste país de uma cultura riquíssima. E se da primeira vez, trouxe o meu marido quase a “reboque”, desta vez, foi ele que quis vir – claro que eu dei um jeitinho 🙂

Por ser um país tão longínquo de Lisboa, com tantas horas de voo pelo meio, pode parecer algo difícil de se alcançar. Seja financeiramente, socialmente, pessoalmente. Muitas coisas “mente”. E é isso mesmo, uma coisa da mente, da nossa mente!

A mente é aquela que consegue bloquear imensa coisa na nossa vida, e distorcer a realidade. Mas quando queremos com todo o nosso coração, tudo se transforma, tudo se desbloqueia.

Por vezes, leva anos até que algo se manifeste na nossa vida. Mas por outro, se estivermos bem abertos e preparados para receber, existem verdadeiros milagres de manifestação de desejos.

Hoje partilho contigo, o meu processo de tecer e manifestar algo, que eu considero em grande, na minha vida.

A primeira viagem que fiz à Tailândia, levou anos até que a conseguisse manifestar na minha vida. Talvez porque precisasse de libertar bagagem emocional, talvez porque ainda existissem alguns “pré.conceitos”. Simplesmente eu não estava disponível energeticamente, para viajar até lá.

Desde miúda que sonhava com lugares paradisíacos e praias fabulosas. Hoje, as praias são um mero acessório nas minhas viagens. Sou tão, mas tão apaixonada pelas diferentes culturas, pelas gentes que coabitam este mundo lindo, que é o suficiente para ser mote de viagem. Não me refiro a museus, não. É mesmo o andar pelas ruas e fazer parte daquele mundo. Absorver e ser absorvida pela energia do lugar.

Então, e como faço?

Isto é válido para qualquer tipo de co-criação, apesar de aqui usar como exemplo, a viagem.

Se há algo que me desperta a atenção, e eu sinto que me vai beneficiar de alguma forma, ou que existe algum tipo de atracção latente, começo a pesquisar e a ver imagens, ler, ver vídeos sobre o que quero atrair para mim. Sim, comprei um guia da Tailândia sem ter a certeza de ir lá!

Ao início, ficava fascinada com imagens das cores, dos templos, das histórias que me contavam sobre a Tailândia. Tenho um amigo que vive lá, e de cada vez que ele contava sobre o seu dia-a-dia, eu sorvia literalmente aquela energia, de coração bem aberto. E no fundo dizia bem alto dentro de mim: um dia eu vou lá! E imaginava-me lá.

Imaginar, visualizar, criar uma imagem no nosso coração como se já lá estivéssemos e estivéssemos a desfrutar das maravilhas do local, é um passo importantíssimo na co-criação. É o chamado sonhar acordado!

De certo que já ouviste aquela frase célebre de Walt Disney: “Se eu consigo sonhar, eu consigo alcançar.”

Falar com pessoas que já lá estiveram, é outro passo importante.

Se não tens ninguém conhecido que já lá esteve, os vídeos existentes na net sobre partilhas de experiências lá vividas, servem perfeitamente. Bebe, sorve embriaga-te dessa energia. Absorve e integra essa energia com todo o teu coração e com todo o teu amor. Mas tem mesmo de ser com todo o amor! Existem pessoas (e provavelmente conheces exemplos) com quem tu partilhas as tuas experiências bem-sucedidas, e do outro lado sentes uma energia de inveja. Pois… a energia contida na inveja não concretiza nada, a não ser o vazio e a falta de algo, que ainda aumenta mais a sensação de faltar algo na vida (tipo “pescada de rabo na boca”).

Absorver com amor e imensa alegria, é o passo seguinte e talvez o mais importante.

Quando ficamos super felizes por algo que um amigo conseguiu realizar, estamos a fundirmo-nos nessa mesma energia. Sem nos darmos conta, ela passa a fazer parte de nós de uma forma muito natural e mágica. É um outro ingrediente essencial e cheio de magia para a co-criação, que nos irá ajudar imenso.

E agradecer é o toque final, como aqueles pozinhos de perlim-pim-pim que acrescentam um glamour especial a qualquer coisa.

É perceber o que é que ao realizar determinado desejo, me faz sentir agradecida. Qual é a mais-valia dessa co-criação. O que é que ela vai acrescentar de valor à minha vida, pela qual eu consigo agradecer com todo o meu ser. E agradecer mesmo, como se já tivesse acontecido.

Nesta viagem à Tailândia, é a gratidão por poder estar com o meu marido num tempo e momento que é só para nós; e que é tão importante para um casal. Para aprofundarmos ainda mais a nossa relação. Para nos celebrarmos e ao amor que nos une. É a gratidão, por ver concretizado um sonho que me acompanha há muito. É o banhar a minha alma com uma energia tão pura e tão humilde, rica e de uma generosidade e amabilidade imensas que o povo Tailandês tem, e sentir todo o meu ser inundar-se de gratidão. É espalhar toda esta energia maravilhosa através da minha aura, para o mundo.

A energia da co-criação é uma energia que necessita de um acompanhamento constante. Ela gosta de se sentir nutrida e amada. É uma postura quase diária, ou mesmo diária, para resultados assegurados. É uma dedicação constante, com uma energia que vem do coração em amor, em alegria, em gratidão.

Vou contar-te um segredo que faz parte da minha forma de co-criar: no meu telemóvel, tenho uma aplicação com a meteorologia do mundo. Entre outras, nela está presente a cidade de Banguecoque (e até há bem pouco tempo também esteve Krabi, outra cidade que visitámos). Desde que vim da Tailândia, que vou lá frequentemente dar uma vista de olhos. Vejo que horas são lá, naquele momento. Vejo o tempo que faz e que está previsto fazer nos próximos dias. Imagino-me lá! E digo para mim: um dia eu volto lá, outra vez. 😉

E desta vez vou à Tailândia, não com um marido “a reboque”, mas com um marido que gostou tanto, que quis lá voltar também. Isto é o que se chama de co-criar com amor e alegria. É o sentirmos prazer naquilo que fazemos e darmos também prazer e alegria a quem está connosco. Partilhar as boas “vibes” da vida, também é um ingrediente importante!

E para terminar, partilho contigo umas afirmações positivas e de vibração co-criativa que ajudam neste processo. Elas fazem parte de um livro fantástico que é muito mais do que criar dinheiro, como está mencionado no título principal – “ Creating Money – attracting abundance”, de Sanaya Roman e Duane Packer.

“Eu amo e honro tudo o que eu crio.”

“Eu liberto com facilidade, confiando que nada deixa a minha vida a não ser que algo melhor esteja a chegar.”

“A minha energia está focada e direccionada para os meus objectivos.”

Se ficaste com curiosidade em ver por onde ando, espreita o meu Instagram: @teresa.aranda.sal – lá partilho com regularidade mais maravilhas da vida.

Agradeço a tua presença e desejo-te um dia muito luminoso.

Com amor, Teresa

 

 

Gratidão pela imagem: Mystic_Art_Design @Pixabay

O amor em mim

Olá, bem-vind@!

Hoje vou falar-te de amor, aproveitando a onda das comemorações do São Valentim.

É bom celebrar o amor!

O amor deve ser celebrado todos os dias e não num só determinado dia, porque o calendário comercial assim o diz.

Se o Dia de São Valentim é um lembrete para nos chamar a atenção da celebração do amor, maravilha! Mas então, que esse lembrete seja válido e esteja bem desperto ao longo de todo o ano.

Tudo gira em torno do amor. Sabias?

Provavelmente sim, até já sabias. Mas sabias que o amor gere o nosso sistema imunitário? Sim, bem junto ao nosso coração está Continue reading “O amor em mim”

Rituais e práticas holísticas #2

Como referi no post anterior, vou continuar a partilhar contigo alguns dos meus rituais e práticas holísticas.

Quando falo em práticas holísticas, refiro-me a acções cuja intenção é a de beneficiar o corpo todo como um só elemento indissociável, honrando todos os sistemas que dele fazem parte, tendo como objectivo principal obter o bem-estar e equilíbrio.

Cristais na água

Tenho sempre comigo uma garrafa de água para ir bebendo ao longo do dia. Normalmente é uma garrafa com 0,50 l, que encho por 3 vezes com água e que perfaz o 1,5 l que devemos beber por dia.

Já tive uma garrafa de vidro reaproveitada de uma embalagem de polpa de tomate, mas que num acidente doméstico Continue reading “Rituais e práticas holísticas #2”

Rituais e práticas holísticas

Hoje vou falar-te de alguns dos meus rituais e práticas holísticas.

São acções com intenções específicas, nas quais coloco as bênçãos que me dão apoio, nutrem e me ajudam a manter o equilíbrio. Umas são diárias, outras mensais, anuais, ou sempre que necessito trazer uma nova energia à minha vida. Umas são muito simples, outras mais elaboradas. E como em qualquer prática holística, elas visam o bem-estar geral do ser humano como um todo.

Mas há uns ingredientes que todas têm em comum: uma excelente dose de amor, muita gratidão e claro a mais bela das magias de luz.

Estes rituais, ou práticas, se assim lhes preferires chamar, ajudam-nos a ficar mais conectados com a vida, e com tudo o que nos rodeia num livre fluxo de comunicação entre os mundos de energias espirituais, emocionais e físicas. Quando estamos mais alinhados e em equilíbrio, conseguimos manifestar com consciência aquilo que desejamos e necessitamos Continue reading “Rituais e práticas holísticas”

Imensa gratidão

Hoje acordei com aquela sensação de “Não posso”.

Não posso deixar de escrever um último post este ano, para agradecer todas as coisas boas (e menos boas também) que experienciei no último ano, na última década e partilhá-las contigo e com o mundo. A Gratidão é das acções com vibração mais elevada que existe.

Quando agradecemos algo, descobrimos a semente do amor. E mesmo que seja perante uma situação adversa, a gratidão tem o dom de transmutar a energia e eleva-la a um nível superior de expansão e iluminação.

Bem, mas hoje não me vou alongar nos benefícios da gratidão, porque a minha intenção é mesmo agradecer simplesmente e fechar este ano e esta década com chave de ouro.

E porque estamos aqui no blog,

Agradeço-te primeiro a TI, que me lês com todo o teu coração.

Agradeço a todos aqueles leitores, que assim que um post é publicado, vão lê-lo com amor.

Agradeço aos leitores de Portugal, que são o meu primeiro público, aos leitores do Brasil, que ficam coladinhos e imediatamente a seguir,  e a todos os outros leitores que espalhados por este lindo planeta elevam estas sementes em forma de palavras, a uma escala mundial. Vocês são FA BU LO SOS ! Grata!

Agradeço a todas as pessoas que conheci Continue reading “Imensa gratidão”