Made in Heaven #34

Made in Heaven #34_Port
“This is the time to rediscover all your creative potential. Renew yourself in your cocoon.”

Todos nós estamos a travessar um momento de casulo. Não só em Portugal, mas em todo o mundo.

Somos obrigados a ficar em casa, a isolarmo-nos para o nosso bem e protecção. Somos forçados a reinventar as nossas formas de vida. Se até aqui vivíamos maioritariamente para o exterior, como foco naquilo que nos era externo, neste momento fomos convidados a parar e a olhar para o nosso interior.

Ao pararmos, ganhamos tempo. E o que fazemos com esse tempo? De inicio até pode saber bem (irónico não? Tantas vezes nos queixámos por falta de tempo…). Depois uns começam a stressar, a sentirem-se sufocados, limitados no espaço, a não saber o que fazer com tanto tempo disponível, sem saber como ocupar o tempo de amanhã. Sim, a maioria de nós gosta de planear o dia de amanhã, e fazer planos a longo prazo, não é verdade?

Mas neste momento, não existe um verdadeiro amanhã. Neste momento estamos a viver a vida um dia, após o outro. E é complicado planear algo, quando não se sabe o que poderemos verdadeiramente fazer, com tudo a mudar constantemente. Certo?

Nem por isso. A vida sempre se processou assim. Nós planeávamos , mas nem sempre as coisas corriam como queríamos. Na maioria dos casos, até corria bem e estávamos habituados a ter a ilusão de controlar a nossa vida. E que tremenda ilusão….

Que imensa lição estamos nós agora, a ter a possibilidade de aprender….

Tal e qual como uma lagarta que se isola no seu casulo, todos estamos neste inicio de Primavera (e Quaresma para os cristãos!!!) a passar por um processo semelhante. É sem dúvida, o verdadeiro boom do renascimento!

Este é o momento perfeito para nos redescobrirmos e recordar todas as nossas capacidades maravilhosas de nos reinventarmos. De sermos criativos no nosso dia-a-dia, na forma como comunicamos com os outros, na maneira como gerimos as nossas energias e rentabilizamos o nosso tempo, estimulando também a nossa vitalidade e sanidade mental.

Esta é a tua oportunidade de resgatares aqueles hobbies que te davam imenso prazer! Ainda te lembras deles? Ainda te lembras de como te sentias feliz ao fazê-los? De como o tempo parecia voar nesses momentos? Vai! E redescobre-te.

O amanhã?.. Parece tão vago… Quem sabe o que o amanhã vai trazer e que mudanças vai acrescentar?… Agora é o momento! Só o Agora interessa e é exactamente este precioso momento, este instante que estamos a viver. Com consciência, com amor, com respeito e alegria. Acima de tudo alegria!

Como já disse tantas vezes aqui no blog, a Alegria é a energia do coração, e a energia do coração é a que equilibra e cura o nosso corpo. Nunca é demais relembrar esta nota.

Este é o momento de juntarmos forças e energias, para que a nossa consciência se eleve e todo este processo doloroso (para muitos é um processo mesmo muito penoso) possa ser transformado em algo melhor, para a nossa sociedade, para o nosso país, continente, mundo.

Neste momento, somos todos UM. Aquilo que cada um de nós faz, influencia directamente o outro, e o outro… e o outro… numa onda imensa de propagação.

Ai Universo…. as partidas que nos preparas, para que oiçamos as tuas mensagens…! Sempre fomos UM, mas nem sempre nos comportámos como tal.

Vamos ultrapassar este ser invisível, chamado Covid-19, que de forma avassaladora veio alterar o nosso modo de pensar e viver. Vamos juntar-nos, para que esta aprendizagem seja transformativa positivamente para todos e num futuro próximo, possamos olhar para trás e conseguirmos agradecer com todo o nosso ser, este imenso processo de casulo.

Que a lagarta que existe em cada um de nós neste casulo transitório, encontre a luz, a coragem, a clareza, a força e a alegria de se transformar numa imensa e bela borboleta, e esticar umas lindas e coloridas asas ao sol, à vida e ao mundo.

Que a renovação ocorra em cada um de nós, de forma suave, rápida e gentil, para o bem-maior de todos.♡

Teresa

Licença para sentir

Olá, bem-vind@ a este espaço de partilha de luz, amor e boas energias!

Recentemente houve na minha vida, um tópico que esteve presente sob várias formas. Quando isto acontece, é porque há uma mensagem a assimilar. Costumo dar ouvidos aos meus guias espirituais e anjos, e transformo-o em post, partilhando a informação.

Através da partilha, juntos crescemos, juntos apoiamo-nos e evoluímos, em amor e luz.

Sentimentos.

Aquilo que sentimos e como sentimos.

O que fazemos com esses sentimentos?

Sentimos?

Disfarçamos e mascaramo-os, arranjando distracções?

Ignoramos?

Ou enfrentamo-os?

Quando os sentimentos são bons e alegres, são fáceis de vivê-los e ficar com eles.

Mas, e quando o sentimento que surge é-nos desagradável? Quando nos faz sentir mal, desenquadrados, sem rumo, tristes, zangados com a vida…. O que fazemos?

Para a grande maioria de nós, a solução é disfarçar, arranjar uma outra distracção que nos faça esquecer e desligar daquilo que sentimos, ignorando esse sentimento difícil de estar com ele.

É o por vezes chamado “beber para esquecer”, arranjando refúgio no álcool, drogas, ou medicamentos inibidores de sentimentos.

É o arranjar “um outro amor, para esquecer o anterior”, na esperança que o novo amor vá apagar rapidamente toda a dor e sofrimento que o anterior provocou.

É o arranjar uma desculpa para não fazer algo, que nos faça lembrar e viver esse tal sentimento doloroso.

É camuflar a dor e o desconforto com uma tarefa que nos impeça de sentir e nos deixe distraídos com outra coisa qualquer. É ocupar a mente, na expectativa de distrair o coração na presença da dor.

Reconheces algum dos pontos acima?

Eu confesso, que muitas vezes dei por mim a fazer algo, para não ir ao centro do sofrimento. Algo que me mantivesse ocupada, e distraísse o meu coração que sofria.

Mas e o que acontece a seguir, quando passa o efeito do álcool, das drogas, dos medicamentos, quando o novo amor repete um padrão de sofrimento, ou quando a tarefa termina? Repetimos tudo de novo? Voltamos ao início da roda? Complicado….

Sim, sentir a dor é complicado. Sofrer dói. E às vezes, dói mesmo muito.

É complicado dizer aos outros que não estamos bem. É complicado até mesmo para nós próprios, assumirmos que algo está mal.

A sociedade não nos ensinou a sermos fracos. As redes sociais mostram maioritariamente uma onda de felicidade, que levam muitos a compararem-se com vidas alheias e a quererem ser também assim.

Mas é importante estar presente para a nossa dor. É importante saber percebê-la, acolhê-la, e respeitar a dor.

Quando nos permitimos parar e analisar a razão, ou os motivos que levaram ao sofrimento, estamos a dar-nos espaço para nos encolhermos (sentir a dor) e depois então esticarmo-nos (perceber o que tem de ser mudado e dar o primeiro passo).

Se “encolher” e ficar no casulo da dor requer coragem e humildade, “esticar” requer atrevimento.

Tal e qual como um coelho, que se acomoda na sua toca, protegendo-se e depois sai novamente para a clareira inundada de sol, há que saber ser vulnerável e atrevermo-nos a co-criar algo novo, descobrir novas possibilidades, ver de novo a luz.

Na luz, vemos o que gostamos e o que não gostamos. No escuro… temos dificuldade em ver.

Mas na luz, também vivemos e atrevemo-nos a ser felizes. No escuro… ficamos adormecidos.

Está tudo bem em admitir que não estamos bem, em sermos vulneráveis, em não saber o que fazer. Ao estarmos presentes com consciência na nossa dor, e darmo-nos licença para a sentir, estamos a um passo da mudança. Este é um estado de espírito que permite que o “clique” aconteça e que a curiosidade e o desconhecimento se tornem numa ferramenta útil, para transmutar e curar a dor.

O verdadeiro bem-estar está dentro de nós, no momento em que imergimos no nosso interior, e nos rendemos com humildade e amor por nós próprios. É para nós e só por nós, que o devemos fazer.

É nesse momento de rendição que a porta da mudança se abre e o universo nos mostra um campo fértil de possibilidades, de oportunidades e mudanças prontas para serem abraçadas por nós.

Deixemos de lado “as peneiras que tapam o sol” na nossa vida. Fomos concebidos para sentir e ter sentimentos é das mais nobres riquezas que podemos ter.

“Quem não se sente, não é filho de boa gente”, é uma frase que ouvi muitas vezes e é bem verdade!

Atrevamo-nos a sentir e a descobrir novas oportunidades de mudança, de crescimento, de evolução e a redescobrir o sol nas nossas vidas, mas acima de tudo, o sol que há em nós, que brilha em nós.

Abraça este Espírito do Coelho, que surge agora com o início da primavera. O Espírito do Coelho convida a sair da toca para um prado ensolarado e fértil, e a usufruir de uma vida com experiências maravilhosas. Ele traz consigo a renovação da vida, e a energia das coisas novas, apesar da sua vulnerabilidade. O coelho sabe que é cá fora, à luz do sol, que a magia acontece.

Agradeço a tua presença aqui no blog, e desejo-te uma semana doce e luminosa.

Com amor, Teresa

Gratidão pela imagem: TPSDave @Pixabay

Sonhar e concretizar

Olá, bem-vind@ novamente!

Fico muito feliz e agradecida por te sentir desse lado, a leres-me.

Para quem me acompanha no Instagram, já deve ter percebido que estou em viagem. Sim! Estou novamente na Tailândia!

Gostámos tanto da Tailândia, que eu e o meu marido resolvemos voltar outra vez, para repetir e aprofundar Banguecoque e conhecer outros locais neste país de uma cultura riquíssima. E se da primeira vez, trouxe o meu marido quase a “reboque”, desta vez, foi ele que quis vir – claro que eu dei um jeitinho 🙂

Por ser um país tão longínquo de Lisboa, com tantas horas de voo pelo meio, pode parecer algo difícil de se alcançar. Seja financeiramente, socialmente, pessoalmente. Muitas coisas “mente”. E é isso mesmo, uma coisa da mente, da nossa mente!

A mente é aquela que consegue bloquear imensa coisa na nossa vida, e distorcer a realidade. Mas quando queremos com todo o nosso coração, tudo se transforma, tudo se desbloqueia.

Por vezes, leva anos até que algo se manifeste na nossa vida. Mas por outro, se estivermos bem abertos e preparados para receber, existem verdadeiros milagres de manifestação de desejos.

Hoje partilho contigo, o meu processo de tecer e manifestar algo, que eu considero em grande, na minha vida.

A primeira viagem que fiz à Tailândia, levou anos até que a conseguisse manifestar na minha vida. Talvez porque precisasse de libertar bagagem emocional, talvez porque ainda existissem alguns “pré.conceitos”. Simplesmente eu não estava disponível energeticamente, para viajar até lá.

Desde miúda que sonhava com lugares paradisíacos e praias fabulosas. Hoje, as praias são um mero acessório nas minhas viagens. Sou tão, mas tão apaixonada pelas diferentes culturas, pelas gentes que coabitam este mundo lindo, que é o suficiente para ser mote de viagem. Não me refiro a museus, não. É mesmo o andar pelas ruas e fazer parte daquele mundo. Absorver e ser absorvida pela energia do lugar.

Então, e como faço?

Isto é válido para qualquer tipo de co-criação, apesar de aqui usar como exemplo, a viagem.

Se há algo que me desperta a atenção, e eu sinto que me vai beneficiar de alguma forma, ou que existe algum tipo de atracção latente, começo a pesquisar e a ver imagens, ler, ver vídeos sobre o que quero atrair para mim. Sim, comprei um guia da Tailândia sem ter a certeza de ir lá!

Ao início, ficava fascinada com imagens das cores, dos templos, das histórias que me contavam sobre a Tailândia. Tenho um amigo que vive lá, e de cada vez que ele contava sobre o seu dia-a-dia, eu sorvia literalmente aquela energia, de coração bem aberto. E no fundo dizia bem alto dentro de mim: um dia eu vou lá! E imaginava-me lá.

Imaginar, visualizar, criar uma imagem no nosso coração como se já lá estivéssemos e estivéssemos a desfrutar das maravilhas do local, é um passo importantíssimo na co-criação. É o chamado sonhar acordado!

De certo que já ouviste aquela frase célebre de Walt Disney: “Se eu consigo sonhar, eu consigo alcançar.”

Falar com pessoas que já lá estiveram, é outro passo importante.

Se não tens ninguém conhecido que já lá esteve, os vídeos existentes na net sobre partilhas de experiências lá vividas, servem perfeitamente. Bebe, sorve embriaga-te dessa energia. Absorve e integra essa energia com todo o teu coração e com todo o teu amor. Mas tem mesmo de ser com todo o amor! Existem pessoas (e provavelmente conheces exemplos) com quem tu partilhas as tuas experiências bem-sucedidas, e do outro lado sentes uma energia de inveja. Pois… a energia contida na inveja não concretiza nada, a não ser o vazio e a falta de algo, que ainda aumenta mais a sensação de faltar algo na vida (tipo “pescada de rabo na boca”).

Absorver com amor e imensa alegria, é o passo seguinte e talvez o mais importante.

Quando ficamos super felizes por algo que um amigo conseguiu realizar, estamos a fundirmo-nos nessa mesma energia. Sem nos darmos conta, ela passa a fazer parte de nós de uma forma muito natural e mágica. É um outro ingrediente essencial e cheio de magia para a co-criação, que nos irá ajudar imenso.

E agradecer é o toque final, como aqueles pozinhos de perlim-pim-pim que acrescentam um glamour especial a qualquer coisa.

É perceber o que é que ao realizar determinado desejo, me faz sentir agradecida. Qual é a mais-valia dessa co-criação. O que é que ela vai acrescentar de valor à minha vida, pela qual eu consigo agradecer com todo o meu ser. E agradecer mesmo, como se já tivesse acontecido.

Nesta viagem à Tailândia, é a gratidão por poder estar com o meu marido num tempo e momento que é só para nós; e que é tão importante para um casal. Para aprofundarmos ainda mais a nossa relação. Para nos celebrarmos e ao amor que nos une. É a gratidão, por ver concretizado um sonho que me acompanha há muito. É o banhar a minha alma com uma energia tão pura e tão humilde, rica e de uma generosidade e amabilidade imensas que o povo Tailandês tem, e sentir todo o meu ser inundar-se de gratidão. É espalhar toda esta energia maravilhosa através da minha aura, para o mundo.

A energia da co-criação é uma energia que necessita de um acompanhamento constante. Ela gosta de se sentir nutrida e amada. É uma postura quase diária, ou mesmo diária, para resultados assegurados. É uma dedicação constante, com uma energia que vem do coração em amor, em alegria, em gratidão.

Vou contar-te um segredo que faz parte da minha forma de co-criar: no meu telemóvel, tenho uma aplicação com a meteorologia do mundo. Entre outras, nela está presente a cidade de Banguecoque (e até há bem pouco tempo também esteve Krabi, outra cidade que visitámos). Desde que vim da Tailândia, que vou lá frequentemente dar uma vista de olhos. Vejo que horas são lá, naquele momento. Vejo o tempo que faz e que está previsto fazer nos próximos dias. Imagino-me lá! E digo para mim: um dia eu volto lá, outra vez. 😉

E desta vez vou à Tailândia, não com um marido “a reboque”, mas com um marido que gostou tanto, que quis lá voltar também. Isto é o que se chama de co-criar com amor e alegria. É o sentirmos prazer naquilo que fazemos e darmos também prazer e alegria a quem está connosco. Partilhar as boas “vibes” da vida, também é um ingrediente importante!

E para terminar, partilho contigo umas afirmações positivas e de vibração co-criativa que ajudam neste processo. Elas fazem parte de um livro fantástico que é muito mais do que criar dinheiro, como está mencionado no título principal – “ Creating Money – attracting abundance”, de Sanaya Roman e Duane Packer.

“Eu amo e honro tudo o que eu crio.”

“Eu liberto com facilidade, confiando que nada deixa a minha vida a não ser que algo melhor esteja a chegar.”

“A minha energia está focada e direccionada para os meus objectivos.”

Se ficaste com curiosidade em ver por onde ando, espreita o meu Instagram: @teresa.aranda.sal – lá partilho com regularidade mais maravilhas da vida.

Agradeço a tua presença e desejo-te um dia muito luminoso.

Com amor, Teresa

 

 

Gratidão pela imagem: Mystic_Art_Design @Pixabay

Elemento Ar

Olá, bem-vind@ de novo às meditações guiadas “Sopros de Luz”!

Da última vez demos inicio a um ciclo de meditações com base nos elementos que compõem o nosso corpo, e nos elementos que nos rodeiam e influenciam. Juntos, nós e os elementos, fazemos parte de um todo cósmico, onde as trocas de energia se fundem num constante dar e receber.

E agora fazemos a transição do elemento água, para o elemento ar.

Somos gerados num ambiente aquoso e assim que nascemos, o primeiro instinto que temos, é respirar. Vamos então continuar nesta viagem energética, onde o ar é o elemento de honra, e o nosso bem essencial.

Sem ar não conseguimos respirar. Com as vias respiratórias bloqueadas, recebemos ar em menor quantidade. E já reparaste na forma como respiras? É curta e rápida? É mais superficial? É longa e pausada? A forma como o ar entra no nosso corpo, vai delinear a maneira como a energia nele contida vai ser absorvida.

As emoções influenciam fortemente o nosso ritmo respiratório. Se estamos agitados, respiramos mais rapidamente, mas se pelo contrário estamos serenos, temos uma respiração mais tranquila e com um ritmo regular.

A prática regular da meditação, ajuda a uma maior consciência do corpo e das emoções. Ao criarmos um momento de pausa para meditar, reduzirmos o nosso ritmo cardíaco, nutrimos energeticamente todo o corpo e relaxamos a mente, resultando num bem-estar geral. Este bem-estar irá produzir efeitos duradouros a longo prazo, com predominância sobre a nossa saúde emocional e física, melhorando significativamente os nossos ciclos de sono/vigília, aumentando a qualidade do nosso rendimento.

Com esta meditação, és convidad@ a viajar até ao céu e a receberes energias regeneradoras, que irão nutrir todas as tuas células. O local onde ela decorre, é um ambiente mágico criado com elementos especiais, para que possas beneficiar em pleno das bênçãos que o ar contém.

Desejo-te uma viagem maravilhosa! Desfruta desta meditação criada especialmente para ti.

Esta, ou outra meditação a teu gosto, poderá ser aprofundada no âmbito das terapias de relaxamento e clareza de emoções numa sessão privada.

De igual forma, poderá ser feita ou criada uma meditação especifica para trabalharmos em conjunto, um tema num grupo.

As meditações guiadas, são um trabalho pelo qual tenho um imenso carinho e ao qual dedico uma energia muito especial. É criado para ti, para que possas desfrutar de uma vida ainda mais plena.

Marca aqui a tua sessão em privado ou em grupo.

Os grupos usufruem de um valor especial e a meditação pode ser realizada num local preparado para o efeito, dentro do ambiente laboral, evitando assim deslocações extras e criando uma maior rentabilização do tempo.

Investir no nosso bem-estar, é investir na qualidade e na forma como vivemos, desenvolvendo e melhorando também, a qualidade do nosso trabalho.

Agradeço a tua presença e desejo-te um dia suave e generoso.

Com amor, Teresa

 

Gratidão pela imagem: TheDigitalArtist @Pixabay

Made in Heaven #33

Made in Heaven #33_Port
“Take that seed forgotten within you, and make it bloom.”

Todos temos dentro de nós, umas pequenas sementes que foram ficando esquecidas bem no nosso interior.

Essas sementes são desejos, ideias, vontades, atrevimentos, que por uma razão ou outra, foram ficando para trás.

No momento em que elas surgiram nos nossos pensamentos, eram umas verdadeiras preciosidades.

Conseguíamos imaginar aquela ideia, tal e qual uma pequena semente, que iríamos semear, regar, cuidar, amar e vê-la crescer, dar flor e dar frutos. E nós iríamos ficar tremendamente felizes com esse acontecimento, super deliciados e orgulhosos com esse feito.

Mas entretanto pelo meio surgiu um vento, que mascarado de medo, dúvida, vergonha, falta de tempo, falta de qualificações e sei lá que mais, levou a semente para bem longe do seu trajecto de sucesso que tínhamos planeado para ela.

Não faz mal! Tudo na vida tem conserto. Basta querermos e nunca desistirmos.

O que não tem conserto é passar uma vida inteira a olhar para trás e a elaborar uma lista de “se’s”, com os desenlaces possíveis caso tivéssemos optado por concretizar esse tal desejo.

Sabias que quando uma ideia surge repetidamente na nossa cabeça, é o universo a dar-nos aquele empurrãozinho para que a coloquemos em prática?

Não percas mais tempo! Se tens aquela “sementinha” a pulsar dentro de ti, pedindo-te que a tragas à luz, sim, vai. Pega nela com toda a dedicação. Rega-a. Nutre-a. Dá-lhe as vitaminas necessárias para que possa crescer em direcção à luz.

E mesmo que essa semente seja simplesmente uma pequena planta, que só dê umas folhinhas, ou que só dê flores em vez de frutos, volta a tentar. Pega numa outra semente e faz com ela o mesmo procedimento.

Por vezes, temos de passar por várias situações de crescimento e desenvolvimento até conseguirmos que a nossa planta dê os frutos que ambicionamos para ela.

Permite-te ser atrevid@.

Permite-te experimentar e fazer diferente.

Permite-te viver a vida em pleno.

Diz SIM à tua vida e verás que te irás sentir mais complet@, mais realizad@. ♡

Teresa

O amor em mim

Olá, bem-vind@!

Hoje vou falar-te de amor, aproveitando a onda das comemorações do São Valentim.

É bom celebrar o amor!

O amor deve ser celebrado todos os dias e não num só determinado dia, porque o calendário comercial assim o diz.

Se o Dia de São Valentim é um lembrete para nos chamar a atenção da celebração do amor, maravilha! Mas então, que esse lembrete seja válido e esteja bem desperto ao longo de todo o ano.

Tudo gira em torno do amor. Sabias?

Provavelmente sim, até já sabias. Mas sabias que o amor gere o nosso sistema imunitário? Sim, bem junto ao nosso coração está Continue reading “O amor em mim”