Mas afinal, o que é voltar à normalidade?

Bom dia com Alegria!

Estamos em pleno verão, o tempo está óptimo e muitos estão de férias, ou quase a ir. Nós cá em casa, decidimos mais uma vez ir de férias mais tarde. Gostamos de fugir das “confusões”, sempre que podemos.

Mas este ano, o factor férias foi um pouco condicionado com todas as adaptações resultantes dos efeitos do vírus nas nossas vidas. Há quem nem sequer vá de férias. Há quem tenha visto a sua vida virada completamente do avesso, sem saber bem o que fazer, ou como gerir a situação em que se encontra. Mas também há, quem se tenha (re)descoberto e aproveitado a situação para mudar de vida, ou de trabalho.

Há ainda o rótulo, ou a expressão “voltar à normalidade”, que muito tenho ouvido por aí, associada à grande vontade de voltar à normalidade.

Mas afinal, o que é voltar à normalidade?

E eu pergunto-me, o que é a normalidade? Será que isso alguma vez existiu?… Há dias em que me questiono, e requestiono (não sei se esta palavra existe, mas avancemos) sobre o que estamos a viver. E questiono-me se as pessoas saberão realmente, o que estamos a viver neste momento.

Fazer um flashback, ajuda-nos a entendermos melhor o que estamos a processar e perceber qual é a próxima direcção a seguir.

O que é que o vírus nos trouxe? O que é que o causou? Porquê?

Será que a nossa vida, era mesmo “normal”? Ou será que vivíamos centrados em valores, que queríamos acreditar serem normais?

A situação de confinamento que vivemos, fechou-nos e isolou-nos do resto do mundo. O mundo parou. Ou se não parou, pelo menos ficou assim em modo meditativo, muito quieto, quase como que só a respirar, devagarinho.

Ficámos todos fechados nas nossas casas, uns sozinhos, outros com a família mais próxima. Sem abraços, nem trocas afectuosas. Fomos todos convidados a “meditar” e a parar também. A estarmos só connosco e a olhar para o nosso interior. Já tinhas pensado nisso?

E o que nós aprendemos durante a quarentena? Já te questionaste sobre esta fase de introspecção? O que foi que ela te trouxe? Que coisas boas ela mostrou haver em ti? Ou te ofereceu?

Dos momentos mais maravilhosos que me lembro, foi da enorme capacidade de as pessoas se unirem (mesmo que cada um na sua casa), e contribuírem para a felicidade de muitos. Oferecendo aquilo que melhor sabiam fazer, só pelo prazer de oferecerem um bocadinho de bem-estar, confiança e boas energias. #TodosJuntos #VamosFicarTodosBem foram tags que surgiram naturalmente.

Seguir em frente e integrar a mudança

Há já uns anos, que várias pessoas espalhadas pelo mundo inteiro, começaram a fazer uma mudança nos seus hábitos e comportamentos. A consciência sobre a sua presença no mundo, e a forma como um afecta o outro, foi mudando para uma forma mais positiva e saudável para ambos. Para essas pessoas, esta paragem mundial foi mais tranquila. Eu estou muito agradecida, por fazer parte deste grupo. Há mais de dez anos que a Medicina Chinesa e depois o Reiki, me disponibilizaram a transformação para uma melhor versão de mim.  

No entanto, o confinamento mostrou-me outros aspectos que ainda tinha a melhorar em mim. E isso foi muito bom, sobretudo perceber como aconteceram naturalmente.

Mas há dias em que fico triste quando olho à minha volta, e percebo que há coisas que não mudaram. Que talvez não mudem… (para já). E sabes o que faço nesse momento? Em vez de me deixar agarrar por essa tristeza, respiro fundo. Liberto essa energia baixa. Volto a respirar fundo e conecto-me comigo, com o meu interior, com o amor que existe em mim. Vou respirando, até que me sinta reconectada com o amor, e com a minha energia positiva restabelecida.

Não é que não me importe com o mundo, ou com tudo o que me rodeia. Simplesmente sei, que não o posso alterar, nem mudar, e nem tão pouco permitir que a minha energia seja drenada em vão. Mas por outro lado, acredito que através da minha postura positiva, e das minhas acções, posso inspirar outros a tornarem-se mais confiantes. E acreditarem que há um lado positivo em toda a mudança, em toda a dor, em todo o caos.

Com o Reiki aprendi que a vida é como uma árvore cheia de maçãs. Umas ainda em estado de flor, outras já maçãs formadas, de vários tamanhos e maturação.

Já alguma vez viste uma árvore, cujas maçãs estivessem todas maduras e lindas ao mesmo tempo? Não. Claro que não.

Pois é, nesta mudança mundial que ainda estamos a viver, cada um de nós é uma maçã no seu estado evolutivo único. Uns ainda estão a florescer. Outros são umas maçãs pequeninas acabadas de formar. Outros já estão maiores, mais maduros e suculentos. Outros irão apodrecer e cair da árvore mesmo antes de amadurecerem. E está tudo bem. Mesmo aquela maçã, que poderá cair da árvore “antes do seu tempo”, irá chegar ao solo, e as suas sementes irão gerar a seu tempo, uma nova macieira cheia de vida.

Por isso é que não podemos querer que todos evoluam em simultâneo, e que se abram para uma nova era na Terra, sem que antes tenham passado por um processo de integração das novas energias de mudança que circulam, há já uns tempos.

Criar um tempo para mim

Se durante o confinamento criaste um momento para cuidares de ti com mais amor, oferecendo-te bem-estar, continua. Continua a oferecer a ti própri@ esse momento só teu, onde podes aprender algo novo, lêr um livro que te inspira, aprender a meditar, aprender Reiki ou outra prática que te ajude a focares-te na tua energia amorosa, faz exercício físico, alimenta-te com alimentos saudáveis, ouve música que te ofereça tranquilidade, dança sozinh@ ou acompanhad@, cria momentos de pausa para recuperares energia. Faz algo que te deixe feliz.

Esta fase que vivemos, é um momento muito especial para aprendermos a “ir para dentro” de nós e descobrirmos todo o nosso potencial de amor, de nos reinventarmos e criarmos um melhor “Eu”, mais feliz, mais compassivo, mais amoroso, mais completo, presente e realizado.

Descobre, ou cria tu própri@ frases positivas que elevem a tua energia, quando te sentes mais ansios@ ou triste e que te ajudem a desenvolveres o teu amor-próprio. Chama-lhe “os meus mantras pessoais”.

Porque há dias em que acordamos tristes, ou acontece algo que nos deixa triste ao longo do dia, mas porque acima de tudo precisamos de nutrir o amor que sentimos por nós. Nesses momentos experimenta dizer para ti:

Eu sou maravilhos@.

Eu amo-me.

Tudo o que faço, faço com amor.

A cada respiração, sinto-me mais leve e feliz.

Eu integro todas as mudanças em mim com facilidade.

Eu sou capaz de fazer coisas fantásticas.

Eu sou especial e únic@.

E aquele mantra super especial que eu amo….

Está tudo bem. Está tudo tranquilo. E eu estou em paz.

Também podes escolher um destes mantras e escreve-lo num papel. Cola-o no espelho da tua casa de banho. Lê-o em silêncio, ou em voz alta e começa o dia com luminosas vibrações de amor-próprio.

Cuida de ti com muito amor. Nutre-te da melhor forma. E acredita em ti, porque fazes parte de uma missão no mundo de transformação e de mudança, com os teus dons especiais. Sim, todos nós temos algum dom especial!

Diz quem percebe de astrologia, que até ao final deste ano virá mais uma grande mudança mundial. Seja a tal segunda vaga do vírus, ou seja o que estiver para vir, vamos aproveitar este compasso de espera que o verão nos oferece, para integrarmos as mudanças que vivemos até aqui, sem voltar a trás (à “normalidade”) nutrindo e enchendo os nossos depósitos pessoais de amor, auto-estima, vibrações amorosas e olharmos em frente com confiança e coragem, para recebermos essa nova vibração que a Terra está a acolher, para o bem-maior de todos.

O amor é a vitamina mais poderosa contra todas as doenças. O amor tudo aceita. O amor tudo cura.

Estamos juntos? Conto contigo!

Agradeço a tua presença e desejo-te uma nova semana cheia de boas vibrações.

Com amor,

Mas afinal, o que é voltar à normalidade?_2
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