Meditação de Purificação

Quantas vezes nos sentimos pesad@s, cansad@s e com a sensação de que por mais que nos esforcemos, parece que a nossa vida está estagnada?

Acordamos cansad@s, sem vitalidade e o mundo lá fora continua a girar e nós sem vontade de fazer o que quer que seja, ou então com aquela sensação de que nos apetece algo, mas não temos a mínima ideia do que possa ser. Ou então, talvez hajam aqueles momentos em que parece que tudo nos irrita….

Muitos de nós passam por estes momentos de inapetência, tentando arranjar uma solução externa, sem que surta um efeito positivo. Não percebemos o que se passa connosco, e só sabemos que não gostamos da forma como nos sentimos.

A verdade é que ao longo dos dias e das nossas vidas, vamos acumulando emoções, memórias e experiências desagradáveis e desconfortáveis. Fazemos o que não gostamos para agradar aos outros, escondemos emoções, calamos o que queríamos dizer para não magoar ninguém e acabamos nós própri@s exaust@s e sem energia, porque toda a toxicidade energética que guardamos para nós, sem que seja libertada no seu devido tempo, acaba por nos transformar numa panela de pressão pronta a rebentar.

Este guardar de lixo toxico energético, acaba por se transformar em bloqueios que nos drenam energia, ou impedem-na de circular, o que leva à sensação muito física de cansaço e inapetência, irritabilidade, dores musculares, já para não falar no aparecimento de doenças “vindas do nada”.

O que acabo de dizer faz eco dentro de ti? Já alguma vez sentiste-te assim? Se sim, esta meditação é para ti!

A meditação que hoje partilho contigo, fez parte das sessões on-line de meditações guiadas, que ofereci durante o tempo em que estivemos confinados. Ela é uma verdadeira sessão de bem-estar e purificação do nosso corpo. Podes repeti-la sempre que sentires necessário.

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O dia em que fiz as pazes com Deus

Fui educada na religião católica. Batizada, primeira comunhão, crisma…. percorri, por assim dizer o percurso todo. O meu pai, foi educado num convento. Ali estudou até à idade adulta, mas tirando o meu casamento, não me lembro de o ver a frequentar a igreja (o que sempre me espantou, mas no entanto, nunca me contou a razão).

Cresci a pensar que tínhamos de ser muito bons, senão Deus castigava e íamos para o inferno. Na catequese, foi-me ensinado que era necessário haver a prática de confessar regularmente os meus pecados a um padre, para me purificar. Lembro-me de em vésperas de festividades, sempre que havia o tal momento da confissão, ter imensa dificuldade em enumerar os meus pecados. Pensando bem… qual será a criança que tem assim pecados para confessar?…

Ao crescer, comecei a perceber que as pessoas que iam à missa e que tinham um comportamento exemplar na igreja, cá fora nem sempre se passava o mesmo. Lembro-me inclusive de assistir a atitudes de julgamento e desrespeito por um ser humano, geradas pelo próprio padre em plena celebração da missa.

Zanguei-me com o padre. Zanguei-me com a igreja. Estava na adolescência e deixei de ir à missa. Voltei uns anos mais tarde, pelas mãos de amigos que pertenciam ao grupo de jovens da igreja, com a promessa de que o novo padre era fixe. Cheguei a cantar no coro da igreja. Mas o tal bichinho que se revolvia com algumas situações, ainda estava dentro de mim e causava-me comichões.

Casei pela igreja, eduquei os meus 3 filhos mais velhos na religião cristã. Ia à missa e até consegui convencer o meu marido a ir também (coisa que não fazia desde a infância). Mas houve um dia, em que me cansei de ouvir sempre o mesmo nas homilias: que nunca somos bons o suficiente; que Deus castiga; que o inferno e o purgatório são uma coisa horrível para quem não cumpre as regras (da igreja).

Zanguei-me de vez. Deixei de ir à missa. Zanguei-me com Deus por permitir que dentro da sua igreja houvesse pessoas que fazem mal a outras. Zanguei-me com Deus por julgar e punir. Que Deus mau é este? Não quero isto para mim, disse eu na altura.

Dentro de mim sempre houve algo que me dizia, que não podia ser assim tão mau, aquilo que a igreja me transmitiu. Que essa coisa da serpente, da culpada da Eva por ter dado ao Adão a maçã do paraíso, e da sentença do “parirás com dor”, era demasiado violenta e corrosiva.

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5 formas de recuperar a energia rapidamente

Já alguma vez estiveste num lugar, ou estiveste com alguém que até gostas bastante, e depois de saíres desse lugar, ou de deixares essa pessoa começas a sentir sem motivo aparente, um cansaço imenso, como se a tua energia tivesse sido drenada?

Dás por ti a pensar que sim, até tem sido uma semana desafiante, com imensas coisas para resolver, que te tens deitado tarde ou que não descansas o suficiente, quiçá aquele café que não bebeste…. enfim, arranjas ou tentas arranjar a justificação que melhor se ajusta ao teu estado de falta de energia súbita.

Até bebes um café, ou outro tipo de energizante para poderes continuar com os teus afazeres, mas o efeito rapidamente passa e ainda te sentes pior do que estavas antes. Isto diz-te alguma coisa… ou sabes do que estou a falar? E saberás o porquê desta quebra de energia repentina?

Neste post partilho contigo o que me aconteceu recentemente sob este tema, e como fiz para me regenerar, usando estas 5 formas de recuperar a energia rapidamente, que explico mais abaixo.

Nem todas as pessoas têm a sensibilidade para se sentirem assim, drenadas de energia “da noite para o dia”. Umas simplesmente sentem-se “esquisitas”, sem atribuir grande importância ao facto, mas as mais sensíveis acabam por se sentir estranhamente cansadas, com um sono imenso e a precisar urgentemente de descansar, mesmo que seja a meio da tarde. Esta sensação geralmente aparece logo após se deixar o tal lugar, ou pessoa.

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Gaya Circle – “Reconexão com a Essência” (círculo do despertar)

No dia 5 de Maio, às 19h00 on-line (via Zoom), vou facilitar um Círculo do Despertar com o tema “Reconexão com a Essência”.

•E o que é um Círculo do Despertar?

É um momento, onde juntos em círculo, de igual para igual sem julgamentos nem limitações, vamos nos apoiar e inspirar mutuamente, trabalhar o autoconhecimento, a despertar a nossa consciência e reconectar com a nossa essência, a essência de SERhumano.

•Porquê o Círculo?

O círculo é uma geometria sagrada, onde tudo flui com leveza. À semelhança das reuniões que aconteciam nas tribos para gestão e desenvolvimento da própria comunidade, num círculo somos todos iguais e juntos conseguimos ver com mais clareza e mais longe. Quando um evolui, todo o círculo evolui com ele.

•5.5.5 – o que significa?

Numerologicamente, 5 de maio de 2021 é igual a 5+5+2021(2+0+2+1=5), que é o portal 5.5.5, um momento único, onde as energias da Terra e do Universo se alinham de uma forma muito especial, possibilitando a cura e grandes transformações.

•O que vai acontecer?

Através de práticas simples, vamos juntos perceber quais os padrões que repetimos e que exercem poder sobre nós, limitando-nos. Vamos fazer a conexão com a nossa essência mais pura e perceber o que desejamos transformar em nós, para sermos a nossa melhor versão.

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Curar e fazer as pazes com o passado

Há muito que oiço dizer que estamos todos interligados, que os nossos pensamentos e energia afetam o mundo à nossa volta, que aquilo que é repetido várias vezes no nosso pensamento, mesmo sem darmos conta, tem a capacidade de se manifestar no mundo físico.

Uns acreditam, outros nem por isso e duvidam, e está tudo bem.

No entanto, este é um conceito que já enraizei há muito dentro de mim. Já tive a possibilidade de perceber na prática que tudo está mesmo (!) conectado, e que as nossas energias se interligam como que numa malha cósmica, e que coincidências, simplesmente não existem.

Comecei em meados de março uma formação com a querida Inês Gaya, que me tem levado às profundezas do meu ser. E quando digo profundezas, é mesmo lá no fundo assim do tempo em que era criança, onde vivências e situações me marcaram de forma profunda. Essas memórias, que supostamente estavam resolvidas e apagadas, afinal estavam era dormentes e conseguiram limitar-me em determinados aspetos da vida. Umas já consegui identificar e fazer a cura, mas outras há que surgiram bem vivas novamente. Neste momento estou num firme compromisso em curar e fazer as pazes com o passado, o meu passado. Sem culpar ninguém, simplesmente observar, curar e transformar.

Curar e fazer as pazes com o passado

Este processo de ir ao passado, e identificar o que nos causou traumas, dores, bloqueios, faz parte do processo de cura de todos nós. É importante ir à raiz do problema para o podermos identificar, libertar e redefinir. É claro que isto não muda o nosso passado, nem tão pouco o apaga, mas permite que a pessoa que somos hoje possa passar a atuar e a viver numa mais alta vibração, sem as amarras e limitações que o passado nos colocou e com toda uma nova postura de perdão, aceitação e integração com amor.

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